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Publicada em 22/08/2010 às 16h01
Horário eleitoral e debates fracos

O velho índio Tabajara da Tribo Cariri vem percebendo há algum tempo que a política brasileira está morta e esqueceram de avisar aos candidatos. A política está mais fraca do que caldo de batatinha inglesa. Não empolga nem um pinto no lixo. As leis, normas, resoluções, portarias, decretos e o "raio-que-o-parta" fazem parte de um esquema montado por um sujeito indeterminado que é contra o progresso e o desenvolvimento político da população brasileira. Vamos por parte, acabaram com "santinhos", camisetas, bonês, chaveiros, lápis e outros brindes que movimentavam a economia do Brasil. Tinha empresas que trabalhava durante quatro, cinco meses e depois esperavam por mais dois anos pela próxima campanha eleitoral. Os pobres dos eleitores podiam assistir a um showmício de seu artista preferido, pois as atrações artísticas eram muitas. Marmitex e lanches para centenas e centenas de "formiguinhas" tirarem a barriga da miséria no período eleitoral. Enfim, era uma festa. Ah! Haviam congestionamento nas portas de motéis pela manhã, tarde e noite, tendo em vista que ninguém é de ferro para ficar agitando um pau durante 24 horas. Mas, o que mais tem chamado à atenção  do velho índio paraibano , desde o pleito passado são duas coisas: o fracasso do horário eleitoral gratuito e os fracos debates na imprensa, especialmente na televisão. Vamos analisar as duas: Em primeiro lugar vem o fracasso do horário eleitoral. A prova maior está no levantamento feito pela Agência Estado e que comprovou que a audiência televisiva despencou na capital e grande São Paulo após os primeiros minutos do horário político. Levantamento feito pelo Estado com base na medição minuto a minuto do Ibope da Rede Globo, entre 20h30 e 21h20 de terça e quinta-feira, indica que o telespectador desligou a TV logo no início do programa e voltou a ligá-lo depois do programa. O chamado share - porcentual de TVs ligadas - despencou no primeiro dia da propaganda eleitoral. Às 20h30, era de 51,2% na Rede Globo. Dez minutos depois, atingiu a marca mais baixa nos 50 minutos do horário político, com 44,4%. Doutor em Marketing Político e professor de Marketing Político da Escola de Comunicações e Arte (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), Celso Matsuda argumenta que  "quem vai assistir ao horário eleitoral na íntegra são os interessados em discutir política, os formadores de opinião, que vão chegar no trabalho no dia seguinte falando: 'Você viu tal candidato? O segundo ponto são os formatos dos debates ultrapassados. Basta ver que o formato é mais ou menos o seguinte: "Já foi sorteado o tema e quem vai responder é fulano," diz o medidador do debate. O candidato nominado, enche o peito, ajeita o nó da gravata e olha firme para a câmara - como se fosse fazer a pergunta mais intelectual de todos os tempos desde que mundo é mundo. É tasca: qual a proposta do candidato para a educação? Eita, danado! Essa pergunta nem Freud explica. É mais difícil do que uma Equação Worskiana! Ou até mais do que a Teoria da Relatividade. O outro, já tendo sido devidamente preparado por sua assessoria, "tempera" a garganta e - como numa decoreba - gasta o seu tempo no blá, blá, blá infindável.  Para empolgar os eleitores e formular um debate o velho índio paraibano sugere um formato livre, em que o formato seja "Cada um por si e Deus por todos". Chama o Exército, Marinha Aeronáutica, Polícia Militar, Força Nacional, Polícia Federal e deixa na porta da emissora, quem tiver culpa no cartório que pague. Garanto que o "pau" come solto e os velhos e antigos grandes debates da política nacional, que envolviam Brizola, Maluf, Covas, Jânio Quadros, Montoro poderão ser revividos na forma e conteúdo atual.  É só os órgãos de imprensa elaborarem um formato diferenciado, apresentarem para os candidatos e dizer: quem topa o debate!? O velho sílvicola paraibano diz que está dentro. Então, fui!!!

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