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Publicada em 01/11/2010 às 14h41
As eleições em Rondônia

Hoje, nos principais sites de Rondônia, o repórter, escritor, historiador, pesquisador  e tantos outros títulos - Lúcio Albuquerque, escreve o artigo "Hora do respeito ao Estado". Lúcio não pensou duas vezes, quando de seu artigo, e puxou o velho índio Tabajara da Tribo Cariri para se manifestar a respeito do pleito eleitoral rondoniense que terminou no último domingo. Sem homofobia e nem discriminalização, sou hetero- porém não fujo do pau. O pau cantou lá estou para o que der e vier. Então, conforme o amigo Lúcio adviu em seu artigo, lá vamos nós dar mais um pitaco a cerca do que foi o pleito eleitoral em Rondônia. Iniciamente, começamos analisando todos as candidaturas do primeiro turno. Confúcio Moura (PMDB), João Cahulla (PPS), Eduardo Valverde (PT), Expedito Júnior (PSDB) e o professor Marcos Sussuarana (PSOL) foram os nomes colocados à disposição dos eleitores de Rondônia. Tal qual uma aula de matemática, vamos pelo processo de eliminação. Iniciamente, a candidatura do professor Sussuarana. O PSOL cometeu mais um erro e que tem que ser corrigido imediatamente: hoje, nenhuma chapa "puro sangue" ganha nada na política nacional. Não adianta. Esse processo de "puro sangue" foi iniciado em 1980 quando o Partido dos Trabalhadores (PT) foi fundado e, para a agremiação politica se tornar conhecida, disputava todas as eleições com o seu quadro de filiados. Era uma caixa de ressonância que não tinha eco. Logo, o PT entendeu que só com alianças é que podia crescer. Fez alianças e hoje é o que é. Outra coisa, o professor Sussuarana, apesar de excelentes propostas e idéias para Rondônia, deixava muito a desejar em sua gagueira. Quando ele começava "...eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!" parece que ia morrer sufocado. Não podia terminar em outro lugar a não ser o último. O PSOL precisa urgentemente reavaliar a sua participação nas eleições majoritárias no Brasil e, especialmente, em Rondônia. Da forma que está, o PSOL será mera figura decorativa e de figuração nas próximas eleições. Chega a vez de analisarmos a campanha do tucano Expedito Júnior. Esse foi, sem dúvida nenhuma, o mais prejudicado pela lambança  da  legislação eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral e o Supremo Tribunal Federal prejudicaram as eleições majoritárias e proporcionais em 2010. Foi um crime o que fizeram com os eleitores e os candidatos. Mas, isso merece artigos á parte - quem sabe se não voltaremos ao assunto. Porém, vamos continuar analisando Expedito Júnior. No pleito eleitoral de 2006, em uma dobradinha com Ivo Cassol - que disputou sua reeleição ao Governo de Rondônia - Expedito Júnior disputa uma das vagas ao Senado Federal. Resultado: Cassol eleito governador e Júnior chega a senador. Só que uma denúncia é formulada contra a dupla Cassol & Júnior. Tal qual o amigo historiador, escritor, analista político, radialista e outros cargos mais, Francisco Mathias, a dupla foi acusada de captação ilegal de sufrágios. Em outras palavras: compra de votos. Pronto. Discute daqui, debate ali e o processo único é dividido em dois. Cada um passa a responder pelo seu CPF. Resultado: Cassol absolvido e Júnior perde o cargo de senador para o empresário Acir Gurgacz que, tal qual as hienas nas savanas africanas, só fica rodeando as presas abatidadas por outro animais e dá o bote fugindo com a caça. Desta forma, Júnior perde o mandato de senador e Gurgacz vai sorrir no Senado Federal.Com o advento do projeto Ficha Limpa - ou seria Ficha Suja!? Expedito Júnior que lidera todas as pesquisas de intenções de votos para Governo do Estado não pensa duas vezes e se lança na maior "furada" política de sua vida. Com as pesquisas dando-lhe a liderança, Expeditor não conseguiu ver um palmo à frente do nariz o que estava acontecendo nos bastidores da política nacional. Como não poderia deixar de ser, na dúvida se teria ou não o registro de sua candidatura aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral, Expedito foi perdendo eleitores, correligionários, apoios e no final ficou falando sozinho. Uma pena! Fica para a próxima. O próximo candidato a ser analisado é Eduardo Valverde. Aí o bicho pega! Os poços de vaidades políticas do Partido dos Trabalhadores colocaram tudo a perder. Roberto Sobrinho tem sua pretensão eliminada nos primeiros momentos de sua delirante utopia eleitoral. Então, os filiados do  PT passam a buscar chifre na cabeça de asno. De um lado, uma ala do PT homologando a pretensa candidatura da senador Fátima Cleide e a outra ala querendo o deputado federal Eduardo Valverde na disputa ao Governo do Estado. Conversas, reuniões, encontros, conversas, reuniões, encontros e desencontros. Finalmente, Eduardo Valverde é o nome do PT para disputar a eleição majoritária. A campanha de Valverde foi para boi dormir. Parecia mais as cachaças ruim da Paraíba: por fora o rótulo é lindo, mas por dentro - a cachaça é uma tremenda papuda. Em outras palavras: não presta. Assim foi. Valverde se esforçava, lutava, batalhava e se viu em um campo político minado por tudo que era de lado. O pior é que o fogo era amigo. Deu no que deu. Fracasso geral. Dilma perdeu para presidente em Rondônia, Fátima Cleide não foi reeleita senadora, Eduardo Valverde agoniza com a bandeira o PT em suas mãos, e o professor Israel não consegue ser eleito deputado federal. A eleição para o PT em Rondônia foi um desastre. O querido amigo Odair Cordeiro vai ter muito trabalho para aglutinar as forças vivas do PT em torno de um projeto político em Rondônia. Se é que o PT tenha um projeto politico abrangente para os 52 municípios de Rondônia! Onde está o erro? O erro está... deixa prá lá! Lá no PT já tem gente de sobra para dar palpites. Foi o grande derrotado em 2010 em Rondônia. Fica o exemplo. Afinal, politicamente falando, ninguém é uma ilha na política. Chegamos até a candidatura do governador João Cahulla. Talvez, subestimando os eleitores de Rondônia e acreditando que poderia transferir votos - o que não acontece em Rondônia nem que a vaca tussa. O exemplo maior foi quando da candidatura do então médico Victor Sadeck a prefeito de Porto Velho e o então prefeito Chiquilito Erse colocou toda a estrutura da Prefeitura de Porto Velho, além da estrutura do Governo do Estado - com o então governador Osvaldo Piana - e o saudoso Chiquilito pediu ( parecia até filho de necessitado ) votos para Vitinho e a derrota foi inevitável. Da mesma forma, obedecendo as devidas e merecidas proporções, ocorreu com a candidatura de Cahulla. O atual governador não tinha até então, uma dimensão política estadual. Era simplesmente um vice-governador de Ivo Cassol e tão somente, só e somente só. Não havia base política, não tinha serviço social prestado a população, não havia uma folha de serviços prestada ao Estado. O eleitor de Rondônia não perdoa. Apesar do empenho pessoal de Cassol, Cahulla simplesmente deu sua parcela de contribuição para a consolidação do processo democrático do Brasil e absolutamente mais nada. Garanto que, se em 2014, for candidato a deputado estadual não se elege.  Foi, coitado, jogado às feras, tal qual o apóstolo Daniel foi jogado aos leões. Só que Daniel era santo e os leões não tocaram nele. Cahulla foi trucidado pela máquina de fazer loucos e perdeu o rumo. Mas, como experiência política, vale ter participado. Agora e esperar algum cargo federal do seu padrinho Ivo Cassol, pois se ficar fora dos holofotes da mídia, babau e até logo! Finalmente, o grande vitorioso: Confúcio Moura. Inicialmente, o PMDB não queria nem a pau ter uma candidatura própria. Só que Confúcio bateu de frente contra tudo e contra todos. Talvez, naquele momento, somente o ex-prefeito de Ariquemes acreditasse em seu potencial político. Diariamente tirava uma montanha de sua frente e se preparava para o dia seguinte enfrentar novos obstáculos. Gradativamente e com sua voz de monges tibetanos e/ou de frei beneditinos, Confúcio foi mostrando que era possível consolidar uma chapa vitoriosa. Engoliu verdadeiros e autênticos sapos, quando da composição com o PDT, Teve que engolir a candidatura de Airton Gurgacz, imposta pelo senador Acir Gurgacz e que até hoje não foi bem digerida pelos militantes, simpatizantes e filiados do Diretório Municipal do PDT de Porto Velho. Para piorar o clima, Airton não pisou nem no dia da convenção do partido - no Ginásio do Sesi - e deixou Confúcio falando sozinho e sem eira  e nem beira. Mas, com sua garra, determinação, arrojo, luta e muito trabalho - o ex-prefeito de Ariquemes foi superando os obstáculos e subindo na preferência dos eleitores. Com propostas simples e diretas, Confúcio chegou a liderar as pesquisas no primeiro turno e que foram confirmadas nas urnas. Os números não foram suficientes para elege-lo no primeiro turno e, com Cahulla, iria para o segundo turno. Não se fez de rogado e  nenhum apoio foi dispensado. Juntou no mesmo balaio todos os políticos que estavam banidos do cenário político de Rondônia. Recebeu críticas e continou com seu projeto de ser eleito. Não deu outra coisa. Com quase 60% foi eleito governador de Rondônia. Ufa!!! Nem bem terminou as eleições é hora de escolher a equipe de transição. Não é fácil!.  É a história: enquanto descansa, vamos carregar pedras. Assim é o que reserva 2011 para Confúcio: trabalho, trabalho e trabalho... além de mais trabalho,trabalho e muito trabalho até 2014. Que Deus o proteja e que faça uma administração voltada para todos os rondonienses. Lembrando que em 2012, milhares de servidores públicos estarão se aposentando - pois irão completar 30 anos de serviços prestados ao Estado. Logo, a crise será séria por falta de médicos, professores, engenheiros, policiais e tantos outros profissionais especializados. Essa é a minha contribuição que dou ao meu amigo Confúcio Moura. Estamos à disposição.

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